quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Atividade 2.9 – Prática Pedagógica – a realização




Relato do desenvolvimento da sequência didática da atividade Todas as línguas do Brasil: Variedades linguísticas, cujo plano de aula encontra-se na atividade 2.7 – Planejamento de uma atividade com hipertexto ou Internet.
A atividade foi desenvolvida em parceria com Profª Lúcia, da disciplina de História.
A atividade não foi realizada na sala de informática porque no período da manhã não há monitor do Acessa São Paulo.
A apresentação da atividade para os alunos foi feita no data show, em power point.
O produto final seria um dicionário de gírias e expressões típicas, mas a Direção da Unidade Escolar nos solicitou que fosse feito algo para expor no dia 19/10 – “Um dia na escola do meu filho”.
Os alunos, divididos em cinco grupos, correspondendo às cinco regiões do Brasil, já estavam pesquisando na Internet as gírias e expressões típicas e para expor optamos em fazer um painel com o mapa do Brasil dividido nas cinco regiões, onde os alunos colaram as gírias e expressões típicas de cada região.
A pesquisa na Internet foi feita como lição de casa e passada para o meu e-mail, fizemos a  seleção e providenciamos a impressão.
Os alunos se envolveram bastante, o desafio foi a pesquisa na Internet, não demos endereços de sites, apenas orientamos  que buscassem a informação no Google, inserindo palavras-chave ou frases síntese.
Os alunos compreenderam o foco e a proposta da atividade. A apresentação foi feita no data show, em power point.
Houve momentos em que a atividade foi conduzida pelas Professoras responsáveis e momentos em os alunos deram o ritmo.
Houve colaboração entre os  grupos.
Nós, professoras responsáveis, ficamos satisfeitas com o produto final.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Todas as Línguas do Brasil: variedades linguísticas



Atividade 2.7 – Planejamento de uma atividade com hipertexto ou internet
Todas as Línguas do Brasil:  variedades linguísticas

Autores:  Neide Maria de Carvalho e Celina Beserra Germano

 
Objetivos:

·         Rever e aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre a variação linguística;
·         Correlacionar variedade linguística e diferenças geográficas;
·         Identificar os interlocutores segundo a região, a faixa etária e o grupo social a que pertencem;
·         Compreender que a língua – instrumento de comunicação – guarda em si marcas de identificação cultural.

Conteúdos:
 
·         Variação linguística;
·         Produção,  leitura,  análise e reflexão sobre linguagens;
·         Preconceito linguístico.
 
 
Público alvo:
 
·         1ª série do Ensino Médio.
 
Tempo estimado:
 
·         4   aulas de 50 minutos.
 
Material necessário:
 
·         Sala de informática – (Internet)
·         Dicionário
·         Xerox
·         Papel sulfite.
 
Desenvolvimento:
 
1º aula:
 
Iniciar a aula fazendo o seguinte comentário: No Brasil, o português é nossa língua. Todas as pessoas que nascem e crescem no nosso país são falantes da Língua Portuguesa. No entanto, mesmo sendo um único povo e tendo um único idioma, fazemos usos variados dessa língua. O Brasil tem várias línguas.
 
Após considerar os comentários dos alunos, sistematizar:
 
Em um único sistema linguístico, podemos encontrar variações no modo como ele é utilizado pelos falantes. É isso que caracteriza as variações linguísticas, a diversidade no uso da língua, não se tratando, portanto, de mais de um idioma.
O uso da língua é uma das formas de expressão que as pessoas utilizam para estabelecer a comunicação com o outro: informar, entreter, convencer, divulgar, descrever, etc.
O conhecimento acerca das variedades linguísticas sociais, regionais, históricas, de registro, em outras, torna-se necessário para que a língua seja usada nas mais diversas situações comunicativas, com eficiência.
 
 
 
Isso significa que a variação linguística é fruto da riqueza da língua e da multiplicidade de uso e situações comunicativas construídas pelos falantes, distanciando, assim, da noção de preconceito relacionada a determinadas variantes.
 
 
Listar e explicar os fatores que podem causar variação no uso da língua:
 

·         Faixa etária;
·         Região geográfica;
·         Gênero;
·         Situação socioeconômica;
·         Grau de escolarização;
·         Mercado de trabalho;
·         Rede social;
·         Estilo;
·         Tempo.
 
 
2ª e 3ª aulas:
 
Para análise, distribuir cópias dos seguintes textos:
 
A moda da pinga
Inezita Barroso
Co'a marvada pinga é que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já meu taio
Pego no copo e dali num saio
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio
Só pra carregá é que eu dô trabaio, oi lá!
 
 
Venho da cidade, já venho cantando
Trago um garrafão que venho chupando
Venho pros caminho, venho trupicando
Chifrando os barranco, venho cambeteando
E no lugar que eu caio já fico roncando, oi lá!
 
 
O marido me disse, ele me falô
Largue de bebê, peço pro favor
Prosa de home nunca dei valor
Bebo com o sor quente pra esfriá o calô
Se bebo de noite é pra fazer suadô, oi lá!
 
 
...
 
(Temos aqui um bom exemplo de variação linguística que pode ser relacionada ao nível socioeconômico e ao grau de escolarização do falante. Observe os grifos feitos no texto.
2º texto:
 
CAUSO MINEIRO
 
Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomando uma pincumel e cuzinhando um kidicarne cumastumate pra fazê macarronada cum galinhassada.
Quascaí de susto quanduvi um barui vinde denduforno parecenum tidiguerra.
A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá.
O forno isquentô, o mistorô e o fiofó da galinhispludiu!
Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite.
Foi um trem doidimais! Quascaí dendapia!
Fiquei sensabê doncovim, noncotô, proncovô.
Ópcevê quilocura!
Grazadeus ninguem semaxucô!
 
 
( Exemplo de variação linguística regional, com foco no modo como o mineiro fala.)
  
 
3º texto:
 
Beija Eu
 
Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Arto Lindsay
 
...
Molha eu, seca eu,                                                                    
deixa que eu seja o céu
e receba o que seja seu.
Anoiteça e amanheça eu.                                                   
Beija eu, Beija eu,
beija eu, me beija.”
...
 
Fonte: www.vagalume.com.br/marisa-monte/beija-eu.html (acesso em 17/10/2013.)

(Exemplo de variação linguística relacionada a um estilo, à intenção comunicativa. Na letra dessa música, há a inversão no uso do pronome “eu”. Observe os grifos feitos no texto.)
4º texto:
Cara, tipo assim, se a balada rolar vai ser um lance muito irado!     
(Aqui, temos claramente a variação linguística etária, ou seja, relacionada à faixa de idade do falante. Pelas pistas linguísticas, podemos perceber que se trata de uma declaração de um adolescente.)
5º texto:
 
Trecho de uma carta de amor do poeta Olavo Bilac, dirigida a uma senhora:
“Excelentíssima Senhora. Creio que esta carta não
poderá absolutamente  surpreendê-la. Deve ser esperada, porque V. Excia. compreendeu com certeza que, depois de tanta súplica desprezada sem piedade, eu não podia continuar a sofrer o seu desprezo. Dizem que V. Excia. me ama. Dizem, porque da boca de V. Excia. nunca me foi dado ouvir essa declaração. Como, porém, se compreende que, amando-me V. Excia. nunca tivesse para mim a menor palavra afetuosa, o mais insignificantecarinho, o mais simples olhar comovido? Inúmeras vezes lhe pedi humildemente uma palavra de consolo. Nunca a obtive, porque V. Excia.  ou ficava calada ou me respondia com uma ironia cruel.  Não posso compreendê-la: perdi toda a esperança de ser amado. Separemo-nos. [...]”
 
Fonte:  Português Linguagens – vol.1, p.43 – William Roberto Cereja / Thereza Cochar Magalhães.
(Este texto, de Olavo Bilac, faz referência a um português formal, referente a uma época passada, a um outro contexto sócio-histórico, variação histórica. Veja que a “namorada” é tratada por “Excelentíssima senhora”. Observe os grifos feitos no texto.)
 
6º texto:
 
Comunicação é vida
                A comunicação faz parte do processo da vida. Quando nascemos, mesmo antes de começarmos a falar, já nos comunicamos com nossos  pais. Apenas pelo choro da criança, uma mãe pode identificar quais são suas necessidades, se ela está com sono, fome ou alguma dor. Para cada necessidade, há um choro diferente. Pelas exressões, gestos e sons emitidos pela criança, a mãe sabe se ela está bem ou não.
                Podemos nos comunicar com animais, ensiná-los, conhecer suas emoções, saber se estão alegres ou agressivos. Também podemos observar a comunição entre eles, os sons que emitem, os sinais físicos de que se utilizam para ameaçar ou se proteger, reproduzir, marcar e proteger um território. Até uma planta pode emitir sinais que alcançam outras plantas por meio de elementos químicos que liberam no ar.
               O ser humano, contudo, por meio da fala, da linguagem verbal, desenvolveu uma capacidade de comunicação bem mais complexa do que aquela que encontramos no resto da natureza.
 
PAIS, Paulo Marcelo Vieira. Tecnologias de comunicação e informação: presença constante em nossas   
    vidas.  In:   Linguagens, códigos e suas tecnologias: livro do estudante – vol. 2 – 3ª série do Ensino
                                                           Médio.    MURRIE, Zuleika de Felice (coord.). Brasília: MEC: INEP, 2006. P.157.
 
(Exemplo do português contemporâneo formal escrito. O texto tem boas escolhas lexicais, não tem probemas de concordância . Está de acordo com o que se prevê para o português culto padrão.)
4ª aula:

Finalização da sequência didática promovendo uma discussão sobre as variedades linguísticas, esclarecendo que as diferenças no uso da Língua Portuguesa se justificam pelo perfil do falante, pelo contexto e pela intenção comunicativa, eliminando, assim, a noção de preconceito linguístico.

Após a sistematização da discussão, dividir a classe em grupos e apresentar a proposta do produto final.
 
Produto final:

·         Dicionário de gírias;
·         Dicionário de expressões típicas;
·         Coletânea de poesias que apresentam variedades linguísticas  (sugerir Patativa do Assaré);
·         Coletânea de músicas que apresentam variedades linguísticas  (sugerir Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini).
 
Após a decisão do trabalho a ser apresentado, estabelecer uma data para a entrega.
 
Avaliação:
·         Considerar a participação do aluno nas aulas;
·         No trabalho escrito, observar se os estudantes conseguiram identificar e caracterizar as variedades linguísticas.
 
 


 










 


 
 
 
 
 

 
 



 


 
 
 

 
  



 
 
 


 

Unidade 2


Atividade 2.1 - Experiência de navegar livremente
Enviada por Neide Maria de Carvalho em 13/09/2013 às 18:22:44

Navegar livremente pelo ciberespaço me absorve e me faz esquecer que tenho outros afazeres, acho que aí está o perigo da deriva.

Encontrei como porto seguro a Wikipédia, o Portal do Professor, Brasil Escola, Projeto Releituras e a Folha Digital.

A Wikipédia, fonte de pesquisas; Portal do Professor e Brasil Escola  consultas, troca de experiências; no Projeto Releituras posso copiar trechos de livros clássicos, ler. Com a Folha Digital estou "aprendendo" a ler o jornal na tela do computador.


2.2  Navegação em busca do conceito de hipertexto

Ao inserir no Google a pergunta “o que é hipertexto?” apareceu uma lista enorme de sites que fornecem a definição, indicando que o assunto é muito pesquisado.

Cliquei e conclui que as definições apresentadas são semelhantes. Não me perdi na caminhada, percebi que a Wikipédia é um bom exemplo para visualizar o uso do hipertexto.

Aprendi que o hipertexto é uma informação expandida e uma forma de escrita/leitura não linear. Percebi que os livros didáticos já usam esse recurso chamado, por alguns autores, de box e a que a Enciclopédia Barsa denominava de verbete.

Essa informação adicional é acessada por “links”, o conceito de “linkar”  ou de “ligar” textos foi criado por Ted Nelson nos 1960, influenciado pelo pensador francês Roland Barthes.

O hipertexto permite acessar, sequenciar / não sequenciar  e derivar novos significados e até acrescentar comentários às informações apresentadas.
Atividade 2.3 – Conceituando o hipertexto individualmente
Hipertexto  é um texto que expande o próprio texto, associando outras informações na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, esses novos dados esclarecem com mais precisão o assunto abordado. Trata-se de uma ligação que facilita a navegação dos internautas.
O formato digital não é o único suporte em que este modelo de organização da informação se manifesta, encontra-se também nos livros de formatos convencionais, onde autores procuram facilitar a compreensão  fornecendo explicações à parte.
Fontes:
www.unicamp.br – O hipertexto no contexto educacional
 
Hipertexto na sala de aula
1.       O hipertexto já é explorado na sala de aula quando apresentamos exemplos, citações ou outros textos que elucidem o assunto que está sendo abordado.
2.       A exploração dos hipertextos no formato digital proporciona a expansão dos assuntos e torna a leitura mais significativa para o estudante. Isso só poderá ser incorporado à minha prática profissional quando a escola onde trabalho disponibilizar os recursos tecnológicos disponíveis.
Atividade 2.5 - Reflexões sobre hipertextos
Os elementos não presentes no texto são as imagens e a música (som).
A falta de linearidade nos oferece possibilidades de leitura e escrita. Com um clique apenas podemos acrescentar em nossos textos explicações, informações, imagens, sons, sem que haja, necessariamente, uma hierarquia, mas organização e unidade.
O trabalho com hipertexto nos leva à pesquisa e à produção textual, facilitando a aprendizagem que ocorre incidentalmente e por descoberta, pois, ao buscar uma informação, o usuário do hipertexto está construindo o conhecimento de forma duradoura.
A forma como essas mudanças afetam o modo como ensinamos e aprendemos é associativa, por meio de fatores motivacionais algum tipo de aprendizagem acontece, possibilitando ao usuário uma certa autonomia. O hipertexto contribui para que sejam articuladas estratégias individuais de aprendizagem, sendo o sujeito responsável pelo processo.
Sugestão de leituras: O hipertexto no contexto educacional - Unicamp -www.unicamp.br/~hans/mh/educ.html.
 
 
 
 
 

 

Minha escola





Unidade 1

Atividade 1.1 Produção de texto – Tecnologia na sociedade, na vida e na escola

Podemos conceber a sociedade atual como uma sociedade da aprendizagem, essa é uma exigência social, contudo, nos deparamos com estatísticas preocupantes sobre os baixos índices de leitura e de aprendizagem dos alunos.
Como mudar esses índices?  Da mesma forma que a imprensa tornou possíveis novas formas de ler, mudando a cultura da aprendizagem, as tecnologias de informação estão criando novas formas de transmitir o conhecimento e exigindo novas competências cognitivas. Essas novas competências cognitivas requerem mudanças na forma de ensinar dos professores e na forma de aprender dos alunos, sendo este um dos maiores desafios a ser enfrentados pelos sistemas educacionais.

Portanto, entendo que, as novas formas de transmitir conhecimentos proporcionadas pelas tecnologias da informação são os “pilares” para vencer os desafios.


Atividade 1.2 – Quem sou eu como professor e aprendiz

O professor é aquele que faz a mediação entre o conhecimento e a aprendizagem por meio de ações formadoras que valorizem o potencial humano.

O mundo de hoje caracteriza-se pela rapidez e abrangência de informações e o professor aprendiz é aquele que absorve essa gama de informações e as utiliza em sala de aula, para isso precisa estar em contínuo processo de atualização.

Como professor aprendiz estou me atualizando e procuro levar para a sala de aula as "novidades".


Atividade 1.3 – Reflexões sobre aprendizagem e análise da escola diante desse novo panorama da sociedade/tecnologia na escola
Sempre procurei me atualizar para enfrentar as novas demandas, realizando cursos, refletindo sobre a minha prática pedagógica, interagindo com colegas e estudantes. Com a chegada das novas tecnologias estou agindo da mesma forma: atualizando-me; procurando usar os equipamentos tecnológicos e aprimorando a minha formação.
A novidade que a tecnologia nos oferece é a ampliação das possibilidades de produzir conhecimento, divulgá-lo e compartilhá-lo, proporcionando maior interação com o estudante. (Tecnologia: “Traz outras formas de aprender e outras coisas a aprender” – Alberto Tornaghi).
Não creio que seja necessário mudar a minha prática pedagógica, mas sim modernizá-la, sendo menos “lecionadora” e mais “organizadora e articuladora”, como afirma o Prof. Ladislau Dowbor. Dessa forma, a contribuição da tecnologia será o desenvolvimento de uma prática pedagógica mais ágil e interativa.
Inicialmente, ao usar as novas tecnologias o cotidiano do professor fica tumultuado, depois, havendo domínio, o trabalho torna-se mais leve, é um processo que depende do uso corrente.
A introdução das novas tecnologias nas escolas está sendo feita de forma desorganizada, é preciso melhorar a gestão dos espaços, dos equipamentos; por exemplo, disponibilizar centros tecnológicos (mídias digitais) sem que haja necessidade do professor montá-los para usar.
Os professores e gestores estão procurando aprender essa nova tecnologia e  muitos alunos já têm conhecimento, com isso, o processo de ensino e aprendizagem deverá ser mais produtivo e eficiente.
Atividade 1.4 – Pesquisa e análise
 
Na minha escola, trabalham 58 professores. Entrevistei apenas 8. Os recursos tecnológicos mais utilizados são textos impressos, textos digitais, vídeo, audio e mapas conceituais. A participação do aluno é, inicialmente, de leitor/receptor, tornando-se, posteriormente, autor.
Desses oito professores, apenas dois interagem com os alunos por meio de e-mail, porém, não são bem sucedidos porque alguns alunos não têm acesso à Internet, alguns acessam a Internet pelo celular. A sala de informática funciona apenas nos períodos da tarde e da noite, de manhã não tem monitor.
Os recursos tecnológicos aumentam o interesse do aluno pela aula e potencializam a interação.
Os recursos tecnológicos não são mais usados pela dificuldade de instalar os equipamentos, estamos pleiteando a montagem de uma sala multimídia.


Atividade 1.5 – Reflexão em diário de bordo

1)      Quando o professor transmite uma informação?

O professor  transmite uma informação quando fornece fatos, dados obtidos em publicações ou em troca de experiências com outras pessoas, tendo como objetivo a  construção  do conhecimento pelo receptor.
2)      Quando o estudante procura uma informação na Internet?

Quando pesquisa algum assunto,  quando sua curiosidade assim o requer ou quando precisa ou quer construir conhecimento.
3)      A informação é necessária, mas ela, por si só, garante que o estudante possa construir seu conhecimento?

Não,  a garantia da construção do conhecimento é a forma como o estudante  processa, interpreta e compreende essa informação. Entendo que seja como ele usa essa informação, nesse caso, o professor é o mediador.
4)      O que significa conhecimento e como ele se difere da informação?

O conhecimento é o significado que atribuímos e representamos em nossa mente sobre a nossa realidade, não é transmissível, pois é subjetivo, é construído de forma individual.
A informação é transmissível e não é individual, essa é a diferença que existe entre conhecimento e informação.

5)      Como o professor pode desenvolver uma prática pedagógica integradora que contemple os conteúdos curriculares, as competências, as habilidades e as diferentes tecnologias, disponíveis na escola, em ações nas quais as tecnologias possam contribuir efetivamente?

O professor pode desenvolver situações que estimulem o estudante a investigar, problematizar e resolver problemas, utilizando os recursos das TIC; para isso, tanto estudante quanto professor deverão ter domínio da tecnologia.

6)      Como o professor pode criar uma situação de aprendizagem com o uso de tecnologias que sejam significativas para o estudante?

Uma situação de aprendizagem significativa para o estudante pode ser desenvolvida por meio de projetos.


Atividade 1.6 – Trabalhando com projetos

Análise de um projeto já desenvolvido por educadores e seus estudantes, disponível em
http://portaldoprofessor.mec.gov/fichaTecnicaAula.htm?aula=28428


Roteiro


Nome do cursista:

Neide Maria de Carvalho       

Projeto:  Fotonovela

Autor: Daniela Braga de Paula
Coautor: Eliana Dias

Série:

Ensino fundamental séries finais, Educação de Jovens e Adultos – EJA – 2º ciclo, Ensino Médio.
      Descrever: por que escolheu esse projeto?
Porque é uma forma interessante de ensinar as formas da narrativa, assunto abordado  pela minha disciplina, e por utilizar o laboratório de informática.

Como foi desenvolvido?

O projeto prevê a duração de quatro aulas de cinquenta minutos.

Os alunos devem ter como conhecimentos prévios as características das histórias em quadrinhos e fases da narrativa.

Foram planejadas três atividades.

1ª atividade:
O contato com o gênero textual foi feito no laboratório de informática onde os alunos leram a fotonovela “Crepúsculo”, há sugestão para assistirem previamente ao filme para melhor identificação das características de uma fotonovela.

Em seguida, os alunos foram organizados em grupos e discutiram as perguntas propostas pela professora e socializaram as respostas.

A professora, então, pediu que acessassem sites que apresentam informações sobre fotonovelas.
Feito isso, a classe foi dividida em três grupos para a realização e posterior apresentação das pesquisas: Características da fotonovela, a fotonovela no Brasil e fotonovela Capricho.

2ª atividade:
No laboratório de informática, a professora mostrou aos alunos imagens de fotonovelas antigas e assistiram a um vídeo da fotonovela “No escurinho do cinema”.

Depois de assistirem ao vídeo, os alunos, em grupo, preencheram uma ficha destacando os elementos da narrativa, novamente, as respostas foram socializadas e as dúvidas resolvidas.
3ª atividade:
Foi proposto aos alunos o desenvolvimento de uma fotonovela, criando uma história ou utilizando um conto conhecido.
A professora mostrou aos alunos, pela Internet, algumas fotonovelas (há citações de blogs).


A fotonovela poderá ser feita na escola ou em casa. No laboratório de informática, eles poderão criar os balões de fala, os quadros de narração e montas as fotonovelas que deverão ser impressas e divulgadas na escola.
Quais conceitos curriculares os alunos utilizaram?
Conhecer as características do gênero fotonovela, praticamente extinto.

Reconhecer outros gêneros textuais: narrativo, descritivo, dialogal, argumentativo.
Produzir textos.

Quais recursos tecnológicos foram utilizados?

Uso do laboratório de informática (acesso à Internet, programas para fazer os balões e inserir os diálogos, inserir as fotografias), roteiro xerocado para registro das análises, câmaras fotográficas.

Cite os principais pontos positivos dessa experiência e os pontos que suscitaram preocupações ou dúvidas. 

Pontos positivos:

Incentivo à produção de texto narrativo em que há possibilidade de utilizar vários tipos de gêneros: narrativo, descritivo, dialogal, argumentativo. Apesar de tratar-se de um gênero em extinção – fotonovela – é próximo da História em Quadrinhos.

Desenvolve o trabalho em grupo.

Preocupações:

Quatro aulas não são suficientes.

É necessário considerar a disponibilidade do laboratório de informática, se não houver monitor no período não será possível usá-lo.

Disponibilidade de material: impressora, cartucho de tinta, papel, câmera fotográfica, etc.

O  projeto é muito interessante.





 

 

 

 
 
 













 
 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 


 

 

 


 

 


 


 


 


 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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